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INFORMAÇÃO SUMÁRIA

 

Padroeiro: S. Pedro.

Habitantes: 968 (I.N.E.2011) e 1.512 eleitores em 05-06-2011.

Sectores laborais: Agricultura e pecuária, vinicultura, comércio, pequena indústria e construção civil.

Tradições festivas: S. Pedro, Santo António do Vale de Poldros, Sra. da Assunção, Sra. da Saúde e Sra. das Necessidades.

Valores Patrimoniais e aspectos turísticos: Igreja paroquial e Ponte da Veiga, Cardenhas de Santo António (Vale de Poldros) e margens do rio Mouro.

Gastronomia: Cabrito à moda da serra.

Artesanato: Tamancaria, cestaria, latoaria e tecelagem em linho.

Colectividades: Associação Desportiva e Cultural de Riba de Mouro.

Feiras: Mensais, aos dias 13 e 29.

 
ASPECTOS GEOGRÁFICOS
 
A freguesia de Riba de Mouro, localizada na vertente da Serra da Peneda, dista cerca de vinte quilómetros da sede do concelho.Tem limites com Badim, Podame e Tangil, Sistelo (Arcos de Valdevez) e Gave, Cousso e Parada do Monte (as três de Melgaço). Com uma área de 1 394 hectares, compreende os seguintes lugares: Aldeia, Bouçó, Carvalho, Cavenca, Cordeiros, Corga, Costa, Cotaros, Cruz Nova, Cruzeiro, Freixo, Fundegos, Gateira, Lijo, Linhares, Pereiro, Portela, Quartas, Ribeiro, Rua, S. Miguel e Vale de Poldros. Terra com serra, de campos semeados de milho, centeio e cultivo de vinho, chamou-se, ao longo dos tempos, Mou, S. Pedro de Mou ou S. Pedro de Riba de Mouro e foi ponto de passagem procurado por várias civilizações.
 
 
RESENHA HISTÓRICA
 
Em 1258, é citada como uma das igrejas pertencentes ao bispado de Tui e denominava-se então São Pedro de “Maur”. Admite-se que Riba de Mouro tenha sido fundada como freguesia entre os séculos IX e XII, pelos monges do mosteiro de Paderne. Na verdade, a carta de couto dada por D. Afonso Henriques àquele mosteiro referencia e engloba já alguns dos lugares de Rio de Mouro, que foi também couto e solar dos Quintelas, fidalgos que floresceram na época do rei D. Dinis.
Há quem faça constar que houve no seu território, no lugar da Cividade, um castelo medieval que primitivamente encabeçaria as terras desta região. Segundo Américo Costa, foi reitoria com prestimónio da Ordem de Cristo e, depois, da Casa do Infantado e da sua apresentação.
Fez parte do concelho de Valadares, passando para o de Monção em 24 de Outubro de 1855, com o grande empenho do ilustre monçanense Frederico Guilherme da Silva Pereira, prestigiado magistrado, legislador e governante.
Parte integrante do vale do Mouro, o rio desce-lhe pelo meio em corredeiras, num leito pedregoso e sinuoso com apreciável caudal de água.
Existem na freguesia ainda alguns exemplares de casas típicas, rurais, do Minho: em granito, com o primeiro andar para habitação e com o rés-do-chão para as cortes.
No alto de Santo António de Vale de Poldros (com 1 113 metros de altitude), observam-se lindíssimos horizontes. Lá estão as cardenhas, como os últimos vestígios de um tempo em que os pastores por ali pernoitavam, longe dos lares, fazendo companhia aos seus animais.
Riba de Mouro tem uma feira quinzenal, foi um privilégio concedido pela rainha D. Maria I, em 31 de Outubro de 1782.
 
 
Inventário do Património Arquitectónico
Em http://www.monumentos.pt
Informações detalhadas acerca de:
 
 
► Branda de Santo António de Vale de Poldros
 
► Ponte da Veiga
 
 
 
Fontes consultadas: Dicionário Enciclopédico das Freguesias, Inventário Colectivo dos registros Paroquiais Vol. 2 Norte Arquivos Nacionais / Torre do Tombo e Direcção-Geral dos Edifícios e Monumentos Nacionais.
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